Hoje é o dia Mundial da Música. Não existe melhor forma de a celebrar do que precisamente - com música !!! Ora precisamente hoje e por causa deste dia especial a Deutsche Grammophon está a oferecer um conjunto de downloads de música que nos permitirão festejar correctamente. Nada menos nada mais do que vários andamentos de várias obras de Beethoven. Basta estar registado no site ... Vão ao site e divirtam-se. Só para aguçar o apetite e não ficar este post sem música, seria um verdadeiro contra-senso posso dizer-vos que uma das gravações oferecidas é o quarto andamento da Nona de Beethoven, uma gravação histórica de 1958 - a primeira gravação em stéreo da obra - com a Filarmónica de Berlim dirigida por Ferenc Fricsay e um elenco de luxo entre os quais Dieskau (Baritono).
Se puderem não se esqueçam de também ouvirem hoje música ao vivo ... porque já sabem que ao vivo é outra coisa ...
A propósito disto quem tem um IPad não pode mesmo perder a App da mesma editora com uma nova visão sobre a nona. Absolutamente fantástico! Para quem gosta de música é mesmo a não perder!
A única música que precisa de embalagem é a música de plástico.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Festival de Música em Montalegre (Verão de 2013)
domingo, 16 de junho de 2013
10 Posts sobre os nocturnos de Chopin
Na nossa revisão das 100 obras que recomendo que vamos tentar finalizar até ao final deste mês (porque começaremos então um novo desafio ... uma nova lista por assim dizer) reparamos que a entrada sobre os Nocturnos ainda não tinha sido completada embora tivéssemos feito uma sequência de 10 posts sobre eles. Resolvemos assim para vossa conveniência reunir os 10 posts num único índice com um pequeno comentário sobre cada um deles sempre que justificado.
- Post nº1 : Nocturno nº1 com um link para uma interpretação de Maria João Pires (o nocturno nº1 faz parte do Op. 9 juntamente com o nº2 e nº3 de que por acaso praticamente não falamos.
- Post nº 2: Op. 15 - Nocturnos 4 a 6
- Post nº 3 : Op. 27 - Nocturnos 7 e 8
- Post nº 4 : Op. 32 - Nocturnos 9 e 10
- Post nº5 : Op. 37 - Nocturnos 11 e 12
- Post nº 6 : Op. 48 - Nocturnos 13 e 14
- Post nº7 : Op. 55 - Nocturnos 15 e 16
- Post nº 8: Op. 62 - Nocturnos 17 e 18 - Com um poema de Prevert - Sables Mouvants como extra ou complemento se preferirem.
- Post nº 9 : Op. 72- Nocturno 19 (o primeiro dos póstumos)
- Post nº 10 : Nocturnos nº 20 e nº 21 ambos também póstumos.
sábado, 15 de junho de 2013
Com a televisão também acabaram algumas orquestras ligadas à Emissora Grega
Dizem que não existe lugar para a música. Sim comecemos a produzir que nem uns loucos bens de consumo inúteis que ninguém poderá comprar, serviços de que ninguém poderá usufruir mas produza-se sempre mais. Vamos fazer crescer a economia até ao sol. Façamos como Ícaro mesmo e esqueçamos que as coisas têm propósitos e pressupostos. Esqueçamos o bom senso e a própria razão de existir ao som dos soundbytes de um crescimento abstracto e que nos levará apenas a uma repartição de riqueza mais injusta.
Deixemos que a música volte a ser o privilégio de alguns que nós não precisamos dela. Não há lugar para orquestras e músicos, cigarras e outros artistas. É só produzir o que precisamos. Mais e mais produtos. Não ousem perguntar para quem ou porquê porque serão de imediato considerados perigosos esquerdistas revolucionários. Não o que fazem bem em fazer é retorquir de imediato: Abaixo esses malandros que vivem à conta dos nossos impostos sem fazerem nada a não ser rasparem uns arcos numas cordas. Isso sim garante-vos popularidade.
Não tenho a certeza como já disse aqui que um modelo totalmente subsidiado para as orquestras seja a solução. Tenho até bastantes dúvidas. Porém uma coisa é certa. Que é pungente este ultimo concerto lá isso é. Da mesma forma que não tenho certeza relativamente ao modelo que referia também abomino a justificação simplista que ironicamente enfatizava.
Will that be all ?
Deixemos que a música volte a ser o privilégio de alguns que nós não precisamos dela. Não há lugar para orquestras e músicos, cigarras e outros artistas. É só produzir o que precisamos. Mais e mais produtos. Não ousem perguntar para quem ou porquê porque serão de imediato considerados perigosos esquerdistas revolucionários. Não o que fazem bem em fazer é retorquir de imediato: Abaixo esses malandros que vivem à conta dos nossos impostos sem fazerem nada a não ser rasparem uns arcos numas cordas. Isso sim garante-vos popularidade.
Não tenho a certeza como já disse aqui que um modelo totalmente subsidiado para as orquestras seja a solução. Tenho até bastantes dúvidas. Porém uma coisa é certa. Que é pungente este ultimo concerto lá isso é. Da mesma forma que não tenho certeza relativamente ao modelo que referia também abomino a justificação simplista que ironicamente enfatizava.
Will that be all ?
Subscrever:
Mensagens (Atom)
