sábado, 22 de setembro de 2012

Estado da Votação - Obra de piano solo preferida

Caros Leitores, uma semana 8 votantes, largamente insuficiente. Consultem a lista e votem ... Neste momento caso fizéssemos o corte nas obras que têm já pelo menos dois votos ficaríamos com a seguinte lista:

  1. Bach - Cravo bem Temperado 
  2. Bach - Variações Goldberg 
  3. Scarlatti - Sonatas para Teclas 
  4. Carlos Seixas - Tocattas
  5. Mozart - Sonatas para Piano
  6. Beethoven - Patética, "Ao Luar", Appassionata  
  7. Beethoven - Ultimas Sonatas
  8. Chopin - Nocturnos  
  9. Liszt - Estudos Transcendentais
  10. Mendelssohn - Canções sem Palavras
  11. Schumann - Davidsbundlerdanze 
  12. Schumann - Kreisleriana
  13. Balakariev - Islamey
  14. Fauré - Nocturnos 
  15. Satié - Gnossienes, Gymnopedies
  16. Brahms - Intermezzi
  17. Ravel - Mirroirs 
  18. Debussy - Suite Bergamasque
  19. Schostakovich - 24 Preludios e Fugas
Não é uma má lista mas teria de escolher entre vários que têm apenas um voto ... querem de certeza deixar essa tarefa para mim? Ou preferem votar?

Ainda têm 40 dias para se decidirem ... 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ontem foi dia de Diapason

Bom a capa da Diapason deste mês é novamente linda. Cecilia Bartoli conta-nos tudo sobre o seu novo disco. Se eventualmente podemos ter esquecido a ópera barroca já a cantora em causa é impossível esquecer ! De resto temos uma biografia do controverso pianista franco-suiço Alfred Cortot de que vos falarei aqui em breve (como aliás do referido disco de Bartoli) e ainda um guia de escuta de uma obra de Bach que também será tema de um futuro post em breve.


Excelente edição portanto, estou feliz ! Ah, o disco este mês está ao nível do que a Diapason costuma oferecer ... mas sobre o disco falaremos mais tarde.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Nos violinos também há descriminação pela cor ...

Circulou pela há uns dias uma noticia sobre uma rapariga de 11 anos que se viu impedida de participar na aula de Orquestra por causa da cor do seu violino, que era violeta (ou roxo ou o que for ... não sou perito em designações de cores portanto os leitores especializados que se pronunciem se desejarem).

Os argumentos utilizados pelo professor são curiosos e vão desde a qualidade do violino (diferença na afinação e no som) até aos pedagógicos (provocaria distracção).

Confesso-vos que não sou grande fã de violinos pintados. Confesso-vos que não gostaria de os ver numa orquestra adulta. Porém sinceramente para uma miúda de 11 anos que certamente o escolheu fruto da idade que tem (e há idades para isso) parece-me que é uma decisão no mínimo pouco inteligente e que contribuirá muito pouco para que continue a gostar de tocar e de ouvir ...

In Memoriam - Luiz Goes (1933-2012)

Como sabem de vez em quando abro as portas deste blog a outros estilos de música quer por intermédio de interpretes quer por canções ou eventos. Neste caso como o título indica não será para vos dar uma noticia até porque já viria atrasada.

É um post que pretende ser uma homenagem à canção de Coimbra, ao Fado de Coimbra de que digo já antes que façam comentários depreciativos gosto muito (e não é apenas por Coimbra ser a cidade onde nasci, gosto mesmo da forma musical).

Luiz Goes era sem dúvida uma das vozes e dos poetas mais conhecidos da canção coimbrã, um daqueles de que tinha e tenho pelo menos um disco e na memória algumas partes de algumas canções que por vezes me vêm aos lábios (não me atrevo a trautear por razões que saberão alguns).

E porque de memória deve tratar este post e porque se Luiz Goes faleceu a sua música permanece resolvi escolher algumas canções seguindo o critério pessoal e discutível da minha memória (curta) neste domínio. Fiquem com estas canções que como diz outro músico e poeta as saudades são a única coisa que é bom matar ...

Romagem à Lapa

Se um dia a vida parasse
E a gente voltasse
Ao tempo que havia
E se o Mondego passasse
E a todos levasse
A um velho dia
Talvez a Lapa cantasse
E em pedra gravasse
A nossa alegria
Talvez a Lapa sorrisse
E à pedra se ouvisse
"Olá Poesia"

Se agora o rio pudesse
Juntar quem padece
De tal nostalgia
E tanta gente viesse
Sem sonhos nem preces
E sem rebeldia
Talvez a Lapa chorasse
E em pedra gravasse
A nossa agonia
Talvez a Lapa sofresse
E à pedra dissesse
"Adeus Poesia"

 

É Preciso Acreditar




Fado da Despedida


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