Esta missa em Dó menor é considerada uma principais composições de Mozart e é sem duvida a sua missa mais vezes executada. Composta ente 1782 e 1783 esta missa contrariamente a praticamente todos os trabalhos de Mozart deste género não foi encomendada ou seja Mozart escreveu-a para seu próprio prazer.
A missa segue como é claro a estrutura normal sendo que no entanto algumas partes estão incompletas. Concretamente falta todo o Agnus Dei e o Credo está incompleto. Não obstante como disse é uma das obras mais executadas de Mozart.
Para ilustrar esta magnifica obra escolhemos uma interpretação do Laudamus Te com o coro e orquestra da Rádio Bávara dirigida por Leonard Bernstein. A solista é Frederica von Stade.
A única música que precisa de embalagem é a música de plástico.
sábado, 19 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Mozart - A música Sacra
Também neste género Mozart concebeu algumas das obras de arte mais belas da história da música.
Começamos esta parte da viagem pela Missa em Dó Maior (K. 317) também chamada de Missa da Coroação por ter sido utilizada na coroação do imperador Leopold II da Aústria em Agosto de 1791.
Como muitas das missas de Mozart esta é uma "missa breve" (por oposição às missas solenes). A estrutura da missa é a seguinte:
1. Kyrie
2. Gloria
3. Credo
4. Sanctus
5. Benedictus
6. Agnus Dei
Para ilustrar esta obra escolhemos uma interpretação do coro de rapazes de Viena e a orquestra sinfónica da rádio de Viena num concerto realizado em 2006 por ocasião da celebração do aniversário de Mozart.
Começamos esta parte da viagem pela Missa em Dó Maior (K. 317) também chamada de Missa da Coroação por ter sido utilizada na coroação do imperador Leopold II da Aústria em Agosto de 1791.
Como muitas das missas de Mozart esta é uma "missa breve" (por oposição às missas solenes). A estrutura da missa é a seguinte:
1. Kyrie
2. Gloria
3. Credo
4. Sanctus
5. Benedictus
6. Agnus Dei
Para ilustrar esta obra escolhemos uma interpretação do coro de rapazes de Viena e a orquestra sinfónica da rádio de Viena num concerto realizado em 2006 por ocasião da celebração do aniversário de Mozart.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Recomendações da Quinta outra vez à Quinta !
Voltamos a conseguir fazer as recomendações no dia em que é suposto. Já está perto de se tornar uma tradição.
Começamos pelo sul do país no Algarve onde poderá ouvir a Orquestra do Algarve que acompanha Arthur Ornée (Violino) na Igreja do Carmo (Tavira) dia 18 (sexta-Feira) às 21:30. Programa composto por obras de Cláudio Carneiro, Mozart e Schubert.
Em Lisboa como estamos a falar de Mozart não poderíamos deixar de falar da interpretação da Missa da Coroação pelo coro do Instituto Gregoriano de Lisboa. É no Sábado dia 19 às 21:30 na Sé Patriarcal. No orgão estará António Esteireiro. Direcção: Armando Possante.
No Porto mais ou menos à hora de Almoço - uma boa maneira de começar o fim de semana (isto é às 12h) na Casa da Música poderão ouvir um recital de piano pelo jovem pianista Pedro Pereira.
Finalmente tudo ao norte, em Vila Real o Quarteto em Si actuará no Teatro de Vila Real às 16h também no dia 19 Sábado. Pela descrição do programa e do modo de actuar do o grupo será sem dúvida um concerto diferente.
Começamos pelo sul do país no Algarve onde poderá ouvir a Orquestra do Algarve que acompanha Arthur Ornée (Violino) na Igreja do Carmo (Tavira) dia 18 (sexta-Feira) às 21:30. Programa composto por obras de Cláudio Carneiro, Mozart e Schubert.
Em Lisboa como estamos a falar de Mozart não poderíamos deixar de falar da interpretação da Missa da Coroação pelo coro do Instituto Gregoriano de Lisboa. É no Sábado dia 19 às 21:30 na Sé Patriarcal. No orgão estará António Esteireiro. Direcção: Armando Possante.
No Porto mais ou menos à hora de Almoço - uma boa maneira de começar o fim de semana (isto é às 12h) na Casa da Música poderão ouvir um recital de piano pelo jovem pianista Pedro Pereira.
Finalmente tudo ao norte, em Vila Real o Quarteto em Si actuará no Teatro de Vila Real às 16h também no dia 19 Sábado. Pela descrição do programa e do modo de actuar do o grupo será sem dúvida um concerto diferente.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Beethoven e Schubert na Gulbenkian
Bem eu avisei que hoje ia ser uma surpresa. O que eu não sabia era que ia ser uma surpresa mesmo para mim ...
Pois foi. À ultima da hora decidi ir ver o concerto na Gulbenkian com Orquestra de Câmara da Europa dirigida por Douglas Boyd. Comprei os lugares pela net e lá fui ouvir Beethoven (Concerto para Violino, em Ré menor, op.61) e pensava eu a violinista ELISABETH BATIASHVILI. Por doença (muito adoecem os músicos - tendo a acreditar que há epidemias especificas na profissão) substituíram a solista por VALERIY SOKOLOV. Não me queixo da qualidade do interprete (que é excelente) mas por azar já o tinha ouvido exactamente na mesma interpretação o ano passado. Só mudou a orquestra e o maestro. Apesar disso gostei. Embora esta não seja uma das minhas peças preferidas o terceiro andamento é uma daquelas melodias que nos ficam na cabeça. Senão, cumprindo a tradição de vos mostrar o que ouvi ao vivo, embora em outras interpretações oiçam uma interpretação fabulosa de Mutter (para quem está habituado a vê-la agora vai ter uma surpresa ao ver uma menina de 20 anitos mais coisa menos coisa) com a Filarmónica de Berlim fabulosamente dirigida por Karajan.
A segunda parte foi preenchida com a 9ª Sinfonia de Schubert. Mais uma vez um compositor e uma obra que também não são daquelas que à partida me deixam extasiado. Devo no entanto confessar que gostei muito. Fará certamente com que oiça com mais atenção a obra sinfónica deste compositor. Também encontrei no You Tube uma excelente interpretação da Filarmónica de Viena dirigida por Karl Bohm.
Pois foi. À ultima da hora decidi ir ver o concerto na Gulbenkian com Orquestra de Câmara da Europa dirigida por Douglas Boyd. Comprei os lugares pela net e lá fui ouvir Beethoven (Concerto para Violino, em Ré menor, op.61) e pensava eu a violinista ELISABETH BATIASHVILI. Por doença (muito adoecem os músicos - tendo a acreditar que há epidemias especificas na profissão) substituíram a solista por VALERIY SOKOLOV. Não me queixo da qualidade do interprete (que é excelente) mas por azar já o tinha ouvido exactamente na mesma interpretação o ano passado. Só mudou a orquestra e o maestro. Apesar disso gostei. Embora esta não seja uma das minhas peças preferidas o terceiro andamento é uma daquelas melodias que nos ficam na cabeça. Senão, cumprindo a tradição de vos mostrar o que ouvi ao vivo, embora em outras interpretações oiçam uma interpretação fabulosa de Mutter (para quem está habituado a vê-la agora vai ter uma surpresa ao ver uma menina de 20 anitos mais coisa menos coisa) com a Filarmónica de Berlim fabulosamente dirigida por Karajan.
A segunda parte foi preenchida com a 9ª Sinfonia de Schubert. Mais uma vez um compositor e uma obra que também não são daquelas que à partida me deixam extasiado. Devo no entanto confessar que gostei muito. Fará certamente com que oiça com mais atenção a obra sinfónica deste compositor. Também encontrei no You Tube uma excelente interpretação da Filarmónica de Viena dirigida por Karl Bohm.
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