Qual é a composição de instrumentos no quinteto ? : Em música clássica normalmente um quinteto é constituído por um quarteto clássico (dois violinos, uma viola de arco e um violoncelo) ao qual é adicionado um quinto elemento ficando então o grupo designado pela natureza desse quinto elemento. Por exemplo se for um piano teremos um quinteto de piano, se fôr um Oboe um quinteto de Oboe e por aí fora.
se tu m'ami se sospiri tradução: Temos tido vários pedidos para uma tradução desta peça. de que já falamos aqui. Na verdade esta obra foi erradamente atribuída a Pergolesi durante muito tempo enquanto na verdade a mesma foi composta por Alessandro Parisotti (um musicólogo que estudava a obra de Pergolesi). Encontramos uma tradução desta canção da autoria de Débora Letícia Batista aqui, e que transcrevemos para vosso beneficio (com ligeiras correcções a azul):
Se tu me amas, se suspiras
Somente por mim, gentil Pastor;
Tenho pena de teu martírio,
Tenho predilecção pelo teu amor:
Mas, se pensas que somente a ti
Eu deveria amar,
Pastorzinho, estás sujeito
Facilmente a te enganares.
A Bela Rosa vermelha
Hoje Sílvio escolherá,
Com a desculpa do espinho
Amanhã então a desprezará.
Mas, dos homens, o conselho
Eu, por mim, não seguirei,
Não é porque me agrada o Lírio
Que as outras flores desprezarei.
musica clássica segundo concerto de Brahms: Supomos que está o nosso leitor a falar da segunda sinfonia de Brahms. Falamos desta peça, uma composição de uma enorme paz interior aqui.
maurizio kagel : Compositor Argentino. tínhamos dado conta do seu falecimento aqui. Que descanse em paz. A propósito continuam a perguntar-nos para que serve a música. Se fosse necessário ter um qualquer fim prático diria que serve entre outras coisas para nos trazer paz interior.
lista de 10 melhores musicas clássicas: Hum. Escolha muito, mas muito dificil. Só dez ? Tentando ser pragmático e ter por regra não escolher mais do que uma composição do mesmo compositor e ainda não pretender escolher "as melhores" mas apenas as que eu prefiro. Mesmo assim é dificil. Fica para amanhã.
jorge moyano ouvir: Um dos meus pianistas preferidos. Não encontrei no You Tube. Vou ter de fazer uma curta biografia.
vamos passear no parque e rola na ribanceira quem quiser no faz de conta: Bem ok. Vitória destacadissima no prémio semanal da perplexidade.
A única música que precisa de embalagem é a música de plástico.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
Brahms ( 1833 - 1897) - Uma Biografia (Primeira Parte)
Terminamos hoje a série de post sobre Brahms com uma biografia e uma recordação das suas obras principais. Como esta biografia é bastante extensa para tornar mais fácil a sua leitura vamos dividi-la em quatro partes. O que escrevemos nesta biografia é baseado nos trabalhos de John Lawrence Erb e H.C. Colles. Esta primeira parte descreve os primeiros anos de vida até ao encontro com os Schumann e o artigo que iria tornar Brahms famoso.
Brahms nasceu em Hamburgo a 7 de Maio de 1833. O pai Johann Brahms era um bom músico, tendo sido director musical na Orquestra Municipal (Stadt Theater). Segundo a biografia de o pai no inicio opôs-se a que Brahms seguisse a carreira de músico embora seja aparente que essa opinião se tenha modificado pouco a pouco. Nesses primeiros tempos, a mãe, dezassete anos mais velha que o pai foi o apoio que Brahms precisava.
Apesar do pai ser considerado como um dos melhores músicos de Hamburgo (estava entre os 40 melhores contrabaixo da Alemanha) a vida da família era dificil, vivendo em bairros pobres da cidade.
Brahms desde muito cedo demonstrou uma paixão pelo piano. Este facto é visível nas várias anedotas do quotidiano - diz-se por exemplo que tocava piano a quatro mãos com a sua mãe "apenas para se divertir" - mas também pelo facto do seu primeiro professor Otto Cossel logo aos dez anos ter-lhe recomendado um professor mais avançado Eduard Marxsen com quem iria estudar piano e composição durante largos anos.
Já nessa altura Brahms tinha também marcado o seu gosto pela composição. Na verdade mesmo ante de saber música Brahms inventou um sistema de notação próprio para fixar as melodias que inventava no piano ...
Em 1848, portanto com 15 anos apresenta-se pela primeira vez em público, aparentemente com a oposição inicial do seu professor. O programa incluía entre outras composições a sua Op. 1, uma sonata para piano baseada numa melodia popular, hábito que aliás Brahms manteria. Daria nessa altura mais dois concertos mas depois durante cinco anos não mais se apresentou em público utilizando o seu tempo para aperfeiçoar a sua técnica e arte de composição. Esta terá sido uma decisão imposta pelo seu professor Eduard Marxsen pelo que é justo dar a este homem uma parte do crédito de nos ter proporcionado tantos momentos de prazer com a música de Brahms.
Em 1953 Brahms inicia a sua primeira tournée acompanhando o violinista húngaro Edouard Remenyi. Até aí Brahms tinha passado alguns momentos difíceis tendo sido completamente ignorado enquanto compositor e conhecido um sucesso moderado enquanto pianista. Mas esta tour iria mudar tudo completamente.
A causa foi o famoso concerto em Gottingen onde deviam tocar a sonata para piano e violino Kreutzer de Beethoven. Acontece que o piano estava mal afinado (um meio tom acima) e que já não havia tempo para o afinar. Afinar o violino para o tom do piano arruinaria o efeito. Então Brahms propõe-se tocar a sonata meio tom acima transcrevendo de memória e em tempo real.
Quem dos nossos leitores for pianista saberá a dificuldade do que acabamos de descrever. Na prática, não é exactamente apenas isto mas permitam-me esta liberdade poética para conseguir explicar a natureza do virtuosismo, significa tocar a peça mentalmente lembrando-se da tecla a pressionar e mudando para a tecla imediatamente seguinte. As teclas pretas "contam" e por isso em vez de tocar numa branca Brahms teria que tocar na preta mais aguda imediatamente consecutiva - percebem? Isto tudo sem perder o sentido da musicalidade ...
Mas dizíamos este concerto iria mudar o destino de Brahms porque para sua fortuna o grande violinista Joseph Joachim estava entre a audiência e assim que o concerto acabou falou com os artistas, felicitando-os pelo concerto e propondo cartas de recomendação para a corte em Hannover e para Liszt. Em Hannover tudo parecia correr pelo melhor mas depois de um primeiro concerto que foi um sucesso a policia proibiu o segundo e expulsou os dois músicos para Weimar. Este facto segundo se veioa apurar mais tarde estava relacionado com Edouard Remenyi que sendo um nacionalista húngaro teria participado em actividades subversivas ...
Não restava outra hipótese que ir para Weimar onde de novo as coisas pareciam bem encaminhadas. No primeiro concerto Liszt estava entre a audiência e fica impressionado com o jovem pianista , tanto que o convida a visitar a sua residência no dia seguinte instigado por Remenyi.
Ao chegar à casa do mestre Brahms está de tal forma nervoso que se recusa a tocar mesmo depois Remenyi e o próprio Liszt insistirem. Liszt então pega no Shcerzo da Op. 4 de Brahms e interpreta-o de forma excepcional. Infelizmente um pouco depois a pedido dos presentes aceita tocar uma sonata que tinha acabado de compor recentemente e Brahms, fatigado de tanta viagem teria adormecido.
Embora Liszt nunca tenha cobrado essa falta de delicadeza a Brahms o facto é que os dois nunca cultivaram a partir daí grande ligação. Mais ainda é possível que tenha sido deste incidente que tenha resultado a grande animosidade dos Wagnerianos em relação a Brahms, embora nesse particular, sem nunca contarem com o apoio implicito ou explicito de Liszt.
No dia seguinte Brahms deixa Wiemar de novo para Gottingen onde espera obter a carta de recomendação que Joseph Joachim lhe havia prometido para Schumann. Terá de esperar até ao fim do verão aproveitando para assistir às aulas de Joachim. Em Setembro dirige-se então a pé de Gottingen a Dusseldorf a casa dos Schumann onde é recebido com o calor humano próprio da família Schumann.
Do ponto de vista artístico a primeira reacção de todos os que frequentavam a casa dos Schumann é em primeiro lugar de cepticismo. Porém assim que ouvem pela primeira vez Brahms interpretar uma peça de Schumann o sucesso é completo. O entusiasmo de Schumann materializa-se então num artigo que viria a ficar famoso não só pela polémica gerada mas porque iria lançar Brahms de forma definitiva ainda que atraindo ao mesmo tempo alguma má fé de alguns críticos. Nesse artigo Schumann dizia o seguinte (tradução minha a partir da versão em Inglês).
"Neue Bahnen" - Novos Caminhos
[...]
" e ele chegou, este jovem escolhido, ele sobre o qual as Graças e os Heróis parecem ter mantido a atenção. O seu nome é Johannes Brahms e vem de Hamburgo onde tem trabalhado em tranquilidade obscuridade com o seu excelente e dedicado professor nas partes mais delicadas da sua profissão. [...] Depois somos arrastados para um círculo encantado. Veio depois um momento de inspiração em que o piano se transformou numa orquestra cheia de vozes diferentes. Havia sonatas, ou antes sinfonias escondidas, canções cuja poesia se revela mesmo sem palavras enquanto em todas parece percorrer uma profunda melodia; melodias meio-demoníacas e formas mutantes; sonatas para violino e piano; quartetos de cordas e cada um destas criações tão diferente das restantes que pareciam provir de fontes diferentes. E depois como numa gigantesca cascata todas estas fontes unem-se e no vapor da queda formam-se arco-iris de paz onde rouxinois cantam as suas canções. [...]
Brahms nasceu em Hamburgo a 7 de Maio de 1833. O pai Johann Brahms era um bom músico, tendo sido director musical na Orquestra Municipal (Stadt Theater). Segundo a biografia de o pai no inicio opôs-se a que Brahms seguisse a carreira de músico embora seja aparente que essa opinião se tenha modificado pouco a pouco. Nesses primeiros tempos, a mãe, dezassete anos mais velha que o pai foi o apoio que Brahms precisava.
Apesar do pai ser considerado como um dos melhores músicos de Hamburgo (estava entre os 40 melhores contrabaixo da Alemanha) a vida da família era dificil, vivendo em bairros pobres da cidade.
Brahms desde muito cedo demonstrou uma paixão pelo piano. Este facto é visível nas várias anedotas do quotidiano - diz-se por exemplo que tocava piano a quatro mãos com a sua mãe "apenas para se divertir" - mas também pelo facto do seu primeiro professor Otto Cossel logo aos dez anos ter-lhe recomendado um professor mais avançado Eduard Marxsen com quem iria estudar piano e composição durante largos anos.
Já nessa altura Brahms tinha também marcado o seu gosto pela composição. Na verdade mesmo ante de saber música Brahms inventou um sistema de notação próprio para fixar as melodias que inventava no piano ...
Em 1848, portanto com 15 anos apresenta-se pela primeira vez em público, aparentemente com a oposição inicial do seu professor. O programa incluía entre outras composições a sua Op. 1, uma sonata para piano baseada numa melodia popular, hábito que aliás Brahms manteria. Daria nessa altura mais dois concertos mas depois durante cinco anos não mais se apresentou em público utilizando o seu tempo para aperfeiçoar a sua técnica e arte de composição. Esta terá sido uma decisão imposta pelo seu professor Eduard Marxsen pelo que é justo dar a este homem uma parte do crédito de nos ter proporcionado tantos momentos de prazer com a música de Brahms.
Em 1953 Brahms inicia a sua primeira tournée acompanhando o violinista húngaro Edouard Remenyi. Até aí Brahms tinha passado alguns momentos difíceis tendo sido completamente ignorado enquanto compositor e conhecido um sucesso moderado enquanto pianista. Mas esta tour iria mudar tudo completamente.
A causa foi o famoso concerto em Gottingen onde deviam tocar a sonata para piano e violino Kreutzer de Beethoven. Acontece que o piano estava mal afinado (um meio tom acima) e que já não havia tempo para o afinar. Afinar o violino para o tom do piano arruinaria o efeito. Então Brahms propõe-se tocar a sonata meio tom acima transcrevendo de memória e em tempo real.
Quem dos nossos leitores for pianista saberá a dificuldade do que acabamos de descrever. Na prática, não é exactamente apenas isto mas permitam-me esta liberdade poética para conseguir explicar a natureza do virtuosismo, significa tocar a peça mentalmente lembrando-se da tecla a pressionar e mudando para a tecla imediatamente seguinte. As teclas pretas "contam" e por isso em vez de tocar numa branca Brahms teria que tocar na preta mais aguda imediatamente consecutiva - percebem? Isto tudo sem perder o sentido da musicalidade ...
Mas dizíamos este concerto iria mudar o destino de Brahms porque para sua fortuna o grande violinista Joseph Joachim estava entre a audiência e assim que o concerto acabou falou com os artistas, felicitando-os pelo concerto e propondo cartas de recomendação para a corte em Hannover e para Liszt. Em Hannover tudo parecia correr pelo melhor mas depois de um primeiro concerto que foi um sucesso a policia proibiu o segundo e expulsou os dois músicos para Weimar. Este facto segundo se veioa apurar mais tarde estava relacionado com Edouard Remenyi que sendo um nacionalista húngaro teria participado em actividades subversivas ...
Não restava outra hipótese que ir para Weimar onde de novo as coisas pareciam bem encaminhadas. No primeiro concerto Liszt estava entre a audiência e fica impressionado com o jovem pianista , tanto que o convida a visitar a sua residência no dia seguinte instigado por Remenyi.
Ao chegar à casa do mestre Brahms está de tal forma nervoso que se recusa a tocar mesmo depois Remenyi e o próprio Liszt insistirem. Liszt então pega no Shcerzo da Op. 4 de Brahms e interpreta-o de forma excepcional. Infelizmente um pouco depois a pedido dos presentes aceita tocar uma sonata que tinha acabado de compor recentemente e Brahms, fatigado de tanta viagem teria adormecido.
Embora Liszt nunca tenha cobrado essa falta de delicadeza a Brahms o facto é que os dois nunca cultivaram a partir daí grande ligação. Mais ainda é possível que tenha sido deste incidente que tenha resultado a grande animosidade dos Wagnerianos em relação a Brahms, embora nesse particular, sem nunca contarem com o apoio implicito ou explicito de Liszt.
No dia seguinte Brahms deixa Wiemar de novo para Gottingen onde espera obter a carta de recomendação que Joseph Joachim lhe havia prometido para Schumann. Terá de esperar até ao fim do verão aproveitando para assistir às aulas de Joachim. Em Setembro dirige-se então a pé de Gottingen a Dusseldorf a casa dos Schumann onde é recebido com o calor humano próprio da família Schumann.
Do ponto de vista artístico a primeira reacção de todos os que frequentavam a casa dos Schumann é em primeiro lugar de cepticismo. Porém assim que ouvem pela primeira vez Brahms interpretar uma peça de Schumann o sucesso é completo. O entusiasmo de Schumann materializa-se então num artigo que viria a ficar famoso não só pela polémica gerada mas porque iria lançar Brahms de forma definitiva ainda que atraindo ao mesmo tempo alguma má fé de alguns críticos. Nesse artigo Schumann dizia o seguinte (tradução minha a partir da versão em Inglês).
"Neue Bahnen" - Novos Caminhos
[...]
" e ele chegou, este jovem escolhido, ele sobre o qual as Graças e os Heróis parecem ter mantido a atenção. O seu nome é Johannes Brahms e vem de Hamburgo onde tem trabalhado em tranquilidade obscuridade com o seu excelente e dedicado professor nas partes mais delicadas da sua profissão. [...] Depois somos arrastados para um círculo encantado. Veio depois um momento de inspiração em que o piano se transformou numa orquestra cheia de vozes diferentes. Havia sonatas, ou antes sinfonias escondidas, canções cuja poesia se revela mesmo sem palavras enquanto em todas parece percorrer uma profunda melodia; melodias meio-demoníacas e formas mutantes; sonatas para violino e piano; quartetos de cordas e cada um destas criações tão diferente das restantes que pareciam provir de fontes diferentes. E depois como numa gigantesca cascata todas estas fontes unem-se e no vapor da queda formam-se arco-iris de paz onde rouxinois cantam as suas canções. [...]
sábado, 1 de novembro de 2008
Brahms - Danças Hungaras
Curiosamente as danças húngaras, certamente umas das composições mais conhecidas e mais tocadas de Brahms não eram consideradas por este compositor como obras originais. Acresce que existe uma longa e conhecida polémica com o violinista Remenyi que acusava Brahms de plágio, quando na verdade Brahms nunca pretendeu que as obras fossem suas, eram na sua concepção apenas adaptações.
Foram compostas para piano a quatro mãos sendo das obras financeiramente mais interessantes para Brahms que acabou por fazer uma série de adaptações para piano solo e outros instrumentos. De todas as danças sem dúvida a mais conhecida é a número 5. Podemos ouvir uma transcrição para violino desta dança pelo grande Yehudi Menuhin aqui.
Das danças húngaras existe uma gravação da Dança nº 1 feita pelo próprio Brahms que é um autêntico documento histórico e que felizmente podemos ouvir hoje no You Tube aqui. Num outro documento histórico podemos ouvir esta mesma dança pelo amigo de Brahms Joseph Joachim aqui.
Foram compostas para piano a quatro mãos sendo das obras financeiramente mais interessantes para Brahms que acabou por fazer uma série de adaptações para piano solo e outros instrumentos. De todas as danças sem dúvida a mais conhecida é a número 5. Podemos ouvir uma transcrição para violino desta dança pelo grande Yehudi Menuhin aqui.
Das danças húngaras existe uma gravação da Dança nº 1 feita pelo próprio Brahms que é um autêntico documento histórico e que felizmente podemos ouvir hoje no You Tube aqui. Num outro documento histórico podemos ouvir esta mesma dança pelo amigo de Brahms Joseph Joachim aqui.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Recomendações de Quinta-Feira (31.10.2008)
Hoje pela primeira vez estas recomendações serão também publicadas em Folhas Pautadas, blog em que com muito gosto passei a colaborar e cujo objectivo está profundamente relacionado com estas recomendações da Quinta-Feira: Divulgação da Música Erudita (nesse blog utiliza-se essa designação e assim neste caso não vamos contrariar :-). Gostavamos de vos convidar também a visitarem o site cultura.sapo.pt onde poderão encontrar algumas destas recomendações ...
Esta semana para variar um pouco não vamos começar pelo Sul mas sim pela lindíssima cidade de Lamego onde poderão ouvir "Wintereise" de Franz Schubert. Falámos de cada uma das canções que compõe o ciclo incluindo uma tradução aqui de forma que recomendamos que se decidirem ir a Lamego (óptima decisão) não deixem de ler primeiro esta série de posts.
Será hoje Sexta-Feira 31 às 22:00 no Teatro Ribeiro Conceição. Angel Gonzalez estará no piano e António Salgado na voz (baixo barítono). Os preços variam entre €5 e €24. Reservas: 254612656
Retomando agora a ordem geográfica normal teremos no Sábado 1 de Novembro às 21:30 no Auditório Municipal de Lagoa a Orquestra do Algarve dirigida por Alberto Roque. Programa muito interessante que inclui Haydn e Mendelssohn.
Um pouco mais a norte em Vila Viçosa no Paço Ducal teremos Ana Leonor Pereira e António Ferreira num recital de canto e piano. Será Sexta-Feira dia 31 de Outubro pelas 21:00. A entrada é livre. O programa será composto por Schumann e Schubert.
Para a zona de Lisboa temos várias recomendações. Assim no Domingo dia 2 de Novembro teremos o «Requiem à memória de Passos Manuel» de Eurico Carrapatoso pela Sinfonietta de Lisboa e Coro Ricercare na Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Sé Catedral) às 18h. A entrada é livre.
No Sábado teremos pelas 16h na Fundação Calouste Gulbenkian a Orquestra Gulbenkian dirigida por Joana Carneiro. A razão deste destaque é que será interpretada uma obra do compositor Piotr Ilitch Tchaikovsky que será o nosso próximo tema de fundo (assim que tivermos terminado Brahms e que está quase ... )
Ainda no Sábado 1 de Novembro às 18h no Cinema São Jorge (Lisboa) teremos a Orquestra Académica da Metropolitana sobre a direcção de Jean-Marc Burfin. Programa clássico e romântico com Beethoven, Elgar e Schubert. Eu lá estarei.
Na zona de Lisboa mais precisamente em Oeiras no Auditório Municipal Ruy de Carvalho no Sábado 1 de Novembro às 18h00 teremos a OCCO com um concerto intitulado "Novos Caminhos". A orquestra será dirigida pelo Maestro Nikolay Lalov. Obras de N. Sokolov, Al. Kopylow, E. Carrapatoso e Borodin. Este programa repete Domingo no Centro Cultural de Cascais.
Continuando em Lisboa no dia 1 de Novembro teremos às 21:00 na Igreja de S. Roque o Requiem de Mozart e viajando um pouco mais para norte no dia 2 de Novembro em Santarém na Sé teremos o Requiem de Eurico Carrapatoso (21:30). Para mais informação leiam o blog Belogue de Notas.
No Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha teremos António Rosa com o Ensemble Contraponto. Sexta-Feira dia 31 de Outubro às 21:30. Obras de Mozart e de Brahms. O Ensemble Contraponto é composto por José Pereira (1º violino), Arthur Soulès (2º violino), Alexandre Delgado (violeta) e Guenrikh Elessine (violoncelo).
Na Figueira da Foz no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz teremos no dia 31 de Outubro e no dia 1 de Novembro às 21:30 a «L'italiana in Algeri», de Gioachino Rossini (II) uma produção do Teatro São Carlos.
Finalmente na invicta cidade do Porto teremos a Anu Komsi com a Orquestra Sinfónica da Rádio Finlandesa dirigida por Sakari Oramo. Será na Casa da Música do Porto no Sábado às 18h. Obras do também finlandês Sibelius. Entrada: €25. Reservas: 220120220
Bom já sabem, deixem as pantufas em casa, não se deixem intimidar pela chuva e vão ouvir música porque como já sabem, Ao Vivo é Outra Coisa !
Esta semana para variar um pouco não vamos começar pelo Sul mas sim pela lindíssima cidade de Lamego onde poderão ouvir "Wintereise" de Franz Schubert. Falámos de cada uma das canções que compõe o ciclo incluindo uma tradução aqui de forma que recomendamos que se decidirem ir a Lamego (óptima decisão) não deixem de ler primeiro esta série de posts.
Será hoje Sexta-Feira 31 às 22:00 no Teatro Ribeiro Conceição. Angel Gonzalez estará no piano e António Salgado na voz (baixo barítono). Os preços variam entre €5 e €24. Reservas: 254612656
Retomando agora a ordem geográfica normal teremos no Sábado 1 de Novembro às 21:30 no Auditório Municipal de Lagoa a Orquestra do Algarve dirigida por Alberto Roque. Programa muito interessante que inclui Haydn e Mendelssohn.
Um pouco mais a norte em Vila Viçosa no Paço Ducal teremos Ana Leonor Pereira e António Ferreira num recital de canto e piano. Será Sexta-Feira dia 31 de Outubro pelas 21:00. A entrada é livre. O programa será composto por Schumann e Schubert.
Para a zona de Lisboa temos várias recomendações. Assim no Domingo dia 2 de Novembro teremos o «Requiem à memória de Passos Manuel» de Eurico Carrapatoso pela Sinfonietta de Lisboa e Coro Ricercare na Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Sé Catedral) às 18h. A entrada é livre.
No Sábado teremos pelas 16h na Fundação Calouste Gulbenkian a Orquestra Gulbenkian dirigida por Joana Carneiro. A razão deste destaque é que será interpretada uma obra do compositor Piotr Ilitch Tchaikovsky que será o nosso próximo tema de fundo (assim que tivermos terminado Brahms e que está quase ... )
Ainda no Sábado 1 de Novembro às 18h no Cinema São Jorge (Lisboa) teremos a Orquestra Académica da Metropolitana sobre a direcção de Jean-Marc Burfin. Programa clássico e romântico com Beethoven, Elgar e Schubert. Eu lá estarei.
Na zona de Lisboa mais precisamente em Oeiras no Auditório Municipal Ruy de Carvalho no Sábado 1 de Novembro às 18h00 teremos a OCCO com um concerto intitulado "Novos Caminhos". A orquestra será dirigida pelo Maestro Nikolay Lalov. Obras de N. Sokolov, Al. Kopylow, E. Carrapatoso e Borodin. Este programa repete Domingo no Centro Cultural de Cascais.
Continuando em Lisboa no dia 1 de Novembro teremos às 21:00 na Igreja de S. Roque o Requiem de Mozart e viajando um pouco mais para norte no dia 2 de Novembro em Santarém na Sé teremos o Requiem de Eurico Carrapatoso (21:30). Para mais informação leiam o blog Belogue de Notas.
No Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha teremos António Rosa com o Ensemble Contraponto. Sexta-Feira dia 31 de Outubro às 21:30. Obras de Mozart e de Brahms. O Ensemble Contraponto é composto por José Pereira (1º violino), Arthur Soulès (2º violino), Alexandre Delgado (violeta) e Guenrikh Elessine (violoncelo).
Na Figueira da Foz no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz teremos no dia 31 de Outubro e no dia 1 de Novembro às 21:30 a «L'italiana in Algeri», de Gioachino Rossini (II) uma produção do Teatro São Carlos.
Finalmente na invicta cidade do Porto teremos a Anu Komsi com a Orquestra Sinfónica da Rádio Finlandesa dirigida por Sakari Oramo. Será na Casa da Música do Porto no Sábado às 18h. Obras do também finlandês Sibelius. Entrada: €25. Reservas: 220120220
Bom já sabem, deixem as pantufas em casa, não se deixem intimidar pela chuva e vão ouvir música porque como já sabem, Ao Vivo é Outra Coisa !
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