Além da nossa rubrica semanal vamos a partir de hoje, não garanto que todos os dias mas tentaremos alguma regularidade escolher dentro das pesquisas do dia anterior a que nos parecer mais interessante ou curiosa. Hoje a nossa escolha recaiu sobre Anton Bruckner (1824-1896).
Bruckner de que ainda não falámos porque a nossa aproximação cronológica por períodos ainda não atingiu esta época foi um compositor austríaco (nasceu em Ansfelden perto de Linz) sendo especialmente conhecido pelas suas sinfonias e obras sacras. Se bem se lembram insisti, contra a vontade popular, que pelo menos uma das suas sinfonias fosse incluída na nossa lista das 25 sinfonias preferidas.
Pessoalmente não me esqueço de ter ouvido e visto em Salzburgo numa praça uma das suas sinfonias, projectada num ecrã gigante, ao frio de uma noite de verão um pouco agreste. Aliás a propósito das suas sinfonias sendo Bruckner um perfeccionista e um dos primeiros compositores a ter uma visão analítica e "cientifica" de algumas técnicas de composição a determinação de qual a versão "final" de cada uma das suas sinfonias é ainda hoje objecto de estudo de vários musicologos. Bruckner deixou como Beethoven nove sinfonias tendo por isso também contribuído, involuntariamente por certo, para a maldição da "Nona" ...
Das suas sinfonias claramente escolheria o Adagio da Sétima que vos proponho ouvir numa versão dirigida por Furtwangler.
Quanto às suas obras sacras confesso que conheço pouco e que para escolher uma obra teria de recorrer à única de que realmente me recordo, o Te Deum (WAB 45) que podem ouvir aqui numa interpretação da Filarmónica de Viena dirigida por Karajan. A propósito a identificação das obras vezes apresentada para alguns compositores como já expliquei neste blog provém do musicólogo que efectuou a sua catalogação. No caso de Bruckner utiliza-se frequentemente a denominação WAB que significa "Werkverzeichnis Anton Bruckner" catálogo editado por Renate Grasberger.
A única música que precisa de embalagem é a música de plástico.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
As 10 pesquisas mais interessantes da semana (2009 - 41)
As 10 pesquisas da semana
Estatísticas
- sinfonias de Beethoven: Embora esta pesquisa esteja referenciada nas nossas pesquisas frequentes dada a frequência como que aparece relembro que neste post podem encontrar a lista dos posts que fizemos (análise) das nove sinfonias de Beethoven. Em alguns casos baseados nos textos originais de Berlioz.
- principais maestros da musica classica: esta também é uma questão que apesar de estar em destaque no site e neste post regular sobre as pesquisas mais interessantes que os nossos visitantes fazem, continua a aparecer de forma regular. Relembramos assim que existe neste blog uma lista dos maestros mais relevantes da música clássica do século XIX em diante.
- rita namorado : Sim falámos do recital que a pianista Rita Namorado deu em Viseu (de onde é natural) nas nossas sugestões musicais para o fim de semana. Infelizmente não consigo ter disponibilidade para tão longas deslocações e por isso não pude ouvir ... se algum dos nossos leitores esteve presente aqui fica o convite para fazer a apreciação, positiva com toda a certeza. Procurei também mais informação sobre a Rita mas descobri relativamente pouco. sei que é mestranda na Holanda que é fortemente influenciada e apreciadora de Richter e da cultura musical russa (tudo provas de excelente gosto :-)) e que tem já uma carreira notável enquanto concertista por essa Europa fora ... mas não consegui encontrar uma biografia .... Mais uma vez se alguém nos poder iluminar ....
- "stich randall" : Teresa Stich Randall uma das vozes mais doces que eu conheço. Falamos já por várias vezes dela neste blog mas de todos os posts não posso deixar de salientar este em que reproduzimos um texto do jornal Público de João Berard da Costa e que acho simplesmente brilhante.
- as obras de luigi boccherini : Este compositor relativamente ignorado não deixa de ser uma personagem importante na história da música. Leiam aqui uma curta biografia com indicação das suas principais obras.
- biografia do violinista grigoras dinicu : Grigoras Dinicu (1889-1949) foi um virtuoso violinista romeno (podem ouvi-lo aqui num video do You tube) e compositor sendo especial conhecido pela sua "Hora Stacatto".
- fischer "ariadne musica" : Conjunto de obras publicadas em 1702 da autoria de Johann Caspar Ferdinand Fischer. É um conjunto de 20 preludios e fugas em diferentes tonalidades.
- hencke + "klavierstücke xi" : Bom esta foi uma das pesquisas que mais me intrigou. Confesso que não fazia a minima ideia do que se tratava e ainda assim fiquei a meio da descodificação. A segunda parte "klavierstücke xi" é um conjunto de obras para piano (onze precisamente) que Stockhausen compôs entre 1952 e 1956 sendo que a IX e a X foram revistas em 1961 isto segundo o Oxford Dictionay of Music. A peça XI em particular e o objecto desta pesquisa é especial por ser a primeira na forma aberta. Composta por 19 secções que podem ser tocadas em qualquer ordem e em qualquer tempo à vontade do pianista. Agora no que diz respeito a Hencke é que não estou bem a ver ...
- fidelio opera : A única opera de Beethoven. Falámos dela aqui.
- mozart k522 : Esta obra chama-se "Uma brincadeira musical" e falamos dela aqui.
Pesquisas Recorrentes
- Biografia de Cláudio Monteverdi: Leiam aqui uma curta biografia.
- Biografia de Henry Purcell : Temos efectivamente uma biografia de Henry Purcell no nosso blog. Podem ler aqui.
- Biografia de Vivaldi : Leia aqui uma biografia com aspectos principais da vida deste compositor do período barroco.
- Biografia de Jean-Pierre Rampal : Leia aqui uma biografia deste flautista do século 20 que devolveu à flauta o estatuto perdido de instrumento solista.
- O que é a música clássica: Leia aqui uma resposta possível.
- O que é um concerto grosso : Leiam aqui uma curta definição com links para alguns exemplos.
- Sinfonias de Beethoven : Efectivamente analisamos as nove sinfonias de Beethoven recorrendo em parte aos textos de Berlioz. Neste post fizemos uma lista de todos os posts relativos a essas obras.
- Grandes Maestros : Vejam aqui a lista
- Grandes Violinistas: Vejam aqui a lista
Estatísticas
Tivemos esta semana 559 visitas (+6,68%) das quais 380 de Portugal (+3,83%) e 120 do Brasil (+0,84%). No terceiro lugar ficaram os Estados Unidos com 13 visitas. Lisboa com 103 visitas (-21,73%) foi a cidade com maior número de visitas em segundo lugar ficou o Porto com 71 visitas (+9,23%) finalmente em terceiro Ponta Delgada com 55 visitas (+129,17%)
Destas 81 foram directas (+14,08), 212 foram através de sites de referência (-1,85%) enquanto 266 foram de motores de pesquisa (+12,24%).
domingo, 25 de outubro de 2009
Nona Sinfonia de Beethoven - Análise por Berlioz (Segunda Parte)
A primeira parte deste post foi publicada aqui. Lembramos que o texto que se segue é uma tradução do texto original de Berlioz.
Continuação do texto de Berlioz
O primeiro andamento tem uma majestosidade sombria e não se assemelha a nenhuma outra composição que Beethoven tivesse escrito antes. A Harmonia é por vezes excessivamente provocadora: Os padrões mais originais, os gestos mais expressivos abundam e orientam a nossa atenção em todas as direcções mas sem causar nenhuma confusão ou excesso. Bem pelo contrário o resultado é perfeitamente claro e as numerosas vozes orquestrais que suplicam ou ameaçam, cada qual da sua maneira e estilo particular, parecem formar uma voz única tal é a carga emocional que as guia.
Este Allegro Maestoso, escrito em Ré Menor começa não obstante com um acordo de Lá sem a terceira, por outras palavras com as notas Lá e Mi sustentadas como uma quinta e tocadas como um arpégio acima e abaixo pelos primeiros violinos, violas e Contra-Baixos. O ouvinte não sabe assim se está a ouvir o acorde de Lá Menor, Lá Maior ou o da dominante de Ré. Esta ambiguidade tonal fornece um grande poder e carácter à entrada da Orquestra completa no acorde de Ré Maior. No fim do andamento há momentos que que levam as almas às suas profundezas. Seria dificil ouvir algo mais profundamente trágico que a canção dos instrumentos de sopro por baixo com uma frase cromática tocada em tremolo pelas cordas e que sobe gradualmente como o rugir do mar antes de uma tempestade que se aproxima. Esta é uma passagem de magnifica inspiração.
Em várias ocasiões neste trabalho falaremos de conjuntos de notas que não ser descritas como acordes e seremos forçados a admitir que a razão para estas anomalias nos escapa completamente. Por exemplo na página 17 do magnífico andamento que estivemos a descrever existe uma passagem melódica para clarinetes e fagotes, que é acompanhada da forma que se descreve de seguida na tonalidade de Dó Menor: O baixo toca primeiro um Fá sustenido suportando uma sétima diminuída, depois um Lá que suporta uma terceira, uma quarta e depois uma sexta aumentada e depois finalmente Sol sobre o qual as flautas e os oboes tocam as notas Mi Bemol, Sol e Dó o que dá um acorde seis-quatro. Isto seria uma excelente resolução do acorde anterior se os segundos violinos e violas não juntassem à harmonia as duas notas Fá e Lá bemol que o desfiguram e causam uma impressão de desagradável confusão que felizmente é de curta duração. Esta passagem é de uma notação leve e completamente livre de qualquer aspereza. Assim é me difícil entender aquela quadrupla dissonância que é introduzida de forma tão estranha e completamente sem razão aparente. Poderíamos supor que se trata de um erro de cópia mas uma inspecção cuidadosa desses dois compassos e dos que o precedem dissolvem todas as dúvidas : essa é efectivamente a intenção do compositor.
O Scherzo Vivace que se segue não contém nada do mesmo tipo. Existem efectivamente algumas notas pedal na tónica e na voz média e superior que são sustentadas pelo acorde dominante. Mas já referi anteriormente a minha opinião sobre essas notas que são estranhas à harmonia e este exemplo não é necessário para demonstrar a excelente utilização que podem ter quando aparecem de forma natural na lógica musical. É especialmente pela utilização do ritmo que Beethoven conseguiu tornar esta deliciosa brincadeira tão interessante.O Tema com a sua resposta em jeito de fuga com quatro compassos de atraso é de uma grande vitalidade e brilha com inteligência quando a resposta chega um compasso antes e segue uma forma ternária em vez do ritmo binário inicial.
A parte central do Scherzo é composta com um presto em tempo duplo cheio de alegria rústica. O tema é desenvolvido sobre uma nota pedal intermediária que tanto está na tónica como na dominante acompanhada por um contra-tema que se harmoniza igualmente bem com qualquer uma das notas, a dominante e a tónica. A melodia volta a aparecer através de uma frase de uma frescura deliciosa no Oboe; depois de ficar presa por um instante na dominante do acorde maior de Ré finalmente floresce na tonalidade de Fá natural de uma forma que é tanto graciosa como inesperada. Este é um outro eco das impressões subtis de que Beethoven tanto gostava, impressões que nascem pela visão de uma paisagem pacifica e radiante, de ar puro e dos primeiros raios de luz na madrugada de um dia de primavera.
No Adagio Cantabile o principio da unidade é tão pouco respeitado que poderíamos pensar nele como sendo dois movimentos separados em vez de um único. A primeira melodia em Si bemol é seguida por uma em Ré Maior. O primeiro tema ligeiramente alterado e variado pelos primeiros violinos aparece pela segunda vez na tonalidade original e lidera o retorno à melodia em tempo triplo não modificada e sem qualquer tipo de embelezamento mas agora na tonalidade de Sol Maior. Depois deste primeiro tema finalmente estabelece-se e não mais permite que o tema rival capte a atenção do ouvinte. Para compreender este maravilhoso adágio é necessário ouvi-lo repetidamente para nos tornarmos completamente familiares com tão original forma. Quanto a beleza de todas essas melodias, a infinita graça dos ornamentos que as decoram, os sentimentos de triste ternura, desespero apaixonado e sonhadora religiosidade que exprimem, se as minhas palavras pudessem dar uma ideia ainda que aproximada delas então a música teria encontrado na palavra escrita um rival a que nem o maior dos poetas se poderia opor. É um movimento imenso e uma vez que que o ouvinte sucumbe ao seu charme a única resposta à critica que o compositor violou a lei da unidade é: Tanto pior para a lei!
Continuação do texto de Berlioz
O primeiro andamento tem uma majestosidade sombria e não se assemelha a nenhuma outra composição que Beethoven tivesse escrito antes. A Harmonia é por vezes excessivamente provocadora: Os padrões mais originais, os gestos mais expressivos abundam e orientam a nossa atenção em todas as direcções mas sem causar nenhuma confusão ou excesso. Bem pelo contrário o resultado é perfeitamente claro e as numerosas vozes orquestrais que suplicam ou ameaçam, cada qual da sua maneira e estilo particular, parecem formar uma voz única tal é a carga emocional que as guia.
Este Allegro Maestoso, escrito em Ré Menor começa não obstante com um acordo de Lá sem a terceira, por outras palavras com as notas Lá e Mi sustentadas como uma quinta e tocadas como um arpégio acima e abaixo pelos primeiros violinos, violas e Contra-Baixos. O ouvinte não sabe assim se está a ouvir o acorde de Lá Menor, Lá Maior ou o da dominante de Ré. Esta ambiguidade tonal fornece um grande poder e carácter à entrada da Orquestra completa no acorde de Ré Maior. No fim do andamento há momentos que que levam as almas às suas profundezas. Seria dificil ouvir algo mais profundamente trágico que a canção dos instrumentos de sopro por baixo com uma frase cromática tocada em tremolo pelas cordas e que sobe gradualmente como o rugir do mar antes de uma tempestade que se aproxima. Esta é uma passagem de magnifica inspiração.
Em várias ocasiões neste trabalho falaremos de conjuntos de notas que não ser descritas como acordes e seremos forçados a admitir que a razão para estas anomalias nos escapa completamente. Por exemplo na página 17 do magnífico andamento que estivemos a descrever existe uma passagem melódica para clarinetes e fagotes, que é acompanhada da forma que se descreve de seguida na tonalidade de Dó Menor: O baixo toca primeiro um Fá sustenido suportando uma sétima diminuída, depois um Lá que suporta uma terceira, uma quarta e depois uma sexta aumentada e depois finalmente Sol sobre o qual as flautas e os oboes tocam as notas Mi Bemol, Sol e Dó o que dá um acorde seis-quatro. Isto seria uma excelente resolução do acorde anterior se os segundos violinos e violas não juntassem à harmonia as duas notas Fá e Lá bemol que o desfiguram e causam uma impressão de desagradável confusão que felizmente é de curta duração. Esta passagem é de uma notação leve e completamente livre de qualquer aspereza. Assim é me difícil entender aquela quadrupla dissonância que é introduzida de forma tão estranha e completamente sem razão aparente. Poderíamos supor que se trata de um erro de cópia mas uma inspecção cuidadosa desses dois compassos e dos que o precedem dissolvem todas as dúvidas : essa é efectivamente a intenção do compositor.
O Scherzo Vivace que se segue não contém nada do mesmo tipo. Existem efectivamente algumas notas pedal na tónica e na voz média e superior que são sustentadas pelo acorde dominante. Mas já referi anteriormente a minha opinião sobre essas notas que são estranhas à harmonia e este exemplo não é necessário para demonstrar a excelente utilização que podem ter quando aparecem de forma natural na lógica musical. É especialmente pela utilização do ritmo que Beethoven conseguiu tornar esta deliciosa brincadeira tão interessante.O Tema com a sua resposta em jeito de fuga com quatro compassos de atraso é de uma grande vitalidade e brilha com inteligência quando a resposta chega um compasso antes e segue uma forma ternária em vez do ritmo binário inicial.
A parte central do Scherzo é composta com um presto em tempo duplo cheio de alegria rústica. O tema é desenvolvido sobre uma nota pedal intermediária que tanto está na tónica como na dominante acompanhada por um contra-tema que se harmoniza igualmente bem com qualquer uma das notas, a dominante e a tónica. A melodia volta a aparecer através de uma frase de uma frescura deliciosa no Oboe; depois de ficar presa por um instante na dominante do acorde maior de Ré finalmente floresce na tonalidade de Fá natural de uma forma que é tanto graciosa como inesperada. Este é um outro eco das impressões subtis de que Beethoven tanto gostava, impressões que nascem pela visão de uma paisagem pacifica e radiante, de ar puro e dos primeiros raios de luz na madrugada de um dia de primavera.
No Adagio Cantabile o principio da unidade é tão pouco respeitado que poderíamos pensar nele como sendo dois movimentos separados em vez de um único. A primeira melodia em Si bemol é seguida por uma em Ré Maior. O primeiro tema ligeiramente alterado e variado pelos primeiros violinos aparece pela segunda vez na tonalidade original e lidera o retorno à melodia em tempo triplo não modificada e sem qualquer tipo de embelezamento mas agora na tonalidade de Sol Maior. Depois deste primeiro tema finalmente estabelece-se e não mais permite que o tema rival capte a atenção do ouvinte. Para compreender este maravilhoso adágio é necessário ouvi-lo repetidamente para nos tornarmos completamente familiares com tão original forma. Quanto a beleza de todas essas melodias, a infinita graça dos ornamentos que as decoram, os sentimentos de triste ternura, desespero apaixonado e sonhadora religiosidade que exprimem, se as minhas palavras pudessem dar uma ideia ainda que aproximada delas então a música teria encontrado na palavra escrita um rival a que nem o maior dos poetas se poderia opor. É um movimento imenso e uma vez que que o ouvinte sucumbe ao seu charme a única resposta à critica que o compositor violou a lei da unidade é: Tanto pior para a lei!
sábado, 24 de outubro de 2009
Recomendações para o fim de semana 24/25 Outubro 2009
As recomendações para o fim de semana hoje chegam apenas ao Sábado pelo que na verdade a maioria das recomendações são para Domingo.
Quebrando um pouco a habitual ordenação geográfica começamos por Castelo Branco onde a Orquestra Académica Metropolitana estará no Domingo 25 de Outubro às 16:30 no Cine-Teatro Avenida dirigida por Jean-Marc Burfin. No programa teremos obras de Gioachino Rossini, Béla Bartók e Beethoven com a segunda Sinfonia em Ré Maior, Op. 36. Desejos de boa sorte para a segunda parte para uma das nossas leitoras, Fantasia Musical ...
Retomando a ordem normal teremos no Algarve a Orquestra do Algarve que repetirá o concerto que no passado fim-de-semana interpretou em Santarém. O concerto é intitulado «Músicas do Mundo - A América do Sul» e será às 12h. A orquestra será dirigida pelo Maestro Osvaldo Ferreira sendo interpretadas obras de Carlos Gomes e Alberto Ginastera.
Na zona urbana de Lisboa teremos a sorte de poder ouvir Jorge Moyano a intepretar Chopin no Auditório Municipal Ruy de Carvalho em Carnaxide. Será no Domingo às 11h e a entrada é livre. No programa 4 nocturnos e 4 baladas. Concerto comentado pelo maestro José Atalaya. A entrada é livre.
Ainda na zona de Lisboa mais precisamente no Palácio Nacional de Queluz teremos o Grupo Coral de Queluz dirigido pelo maestro Pedro Teixeira. O concerto terá lugar às 17h e serão interpretadas obras da renascença portuguesa sendo o concerto intitulado "O Sacro e o Profano na Renascença Portuguesa".
Na invicta cidade do Porto teremos na Casa da Música do Porto as "As Aventuras de Guilherme Tell" pela Orquestra Nacional do Porto dirigida por Christoph König. Será no Domingo às 12h
Em Lamego no Museu de Lamego teremos hoje (Sábado 24) às 20:30 um recital de Flauta e Harpa por Nuno Inácio e Stéphanie Manzo.
Finalmente nos Açores inserido na "Temporada MusicAtlântico 2009 - A Harmonia das Esferas" com a interpretação pela Orquestra Clássica Francisco de Lacerda e o Grupo Coral S. José da obra "A Criação" de Haydn. Este concerto terá lugar no dia 24 no Teatro Micaelense - Centro Cultural e de Congressos às 21:30 e no dia 25 na Igreja Nossa Senhora da Guia (Angra do Heroísmo). Serão solistas Sandra Medeiros (soprano) e José Corvelo (barítono).
Quebrando um pouco a habitual ordenação geográfica começamos por Castelo Branco onde a Orquestra Académica Metropolitana estará no Domingo 25 de Outubro às 16:30 no Cine-Teatro Avenida dirigida por Jean-Marc Burfin. No programa teremos obras de Gioachino Rossini, Béla Bartók e Beethoven com a segunda Sinfonia em Ré Maior, Op. 36. Desejos de boa sorte para a segunda parte para uma das nossas leitoras, Fantasia Musical ...
Retomando a ordem normal teremos no Algarve a Orquestra do Algarve que repetirá o concerto que no passado fim-de-semana interpretou em Santarém. O concerto é intitulado «Músicas do Mundo - A América do Sul» e será às 12h. A orquestra será dirigida pelo Maestro Osvaldo Ferreira sendo interpretadas obras de Carlos Gomes e Alberto Ginastera.
Na zona urbana de Lisboa teremos a sorte de poder ouvir Jorge Moyano a intepretar Chopin no Auditório Municipal Ruy de Carvalho em Carnaxide. Será no Domingo às 11h e a entrada é livre. No programa 4 nocturnos e 4 baladas. Concerto comentado pelo maestro José Atalaya. A entrada é livre.
Ainda na zona de Lisboa mais precisamente no Palácio Nacional de Queluz teremos o Grupo Coral de Queluz dirigido pelo maestro Pedro Teixeira. O concerto terá lugar às 17h e serão interpretadas obras da renascença portuguesa sendo o concerto intitulado "O Sacro e o Profano na Renascença Portuguesa".
Na invicta cidade do Porto teremos na Casa da Música do Porto as "As Aventuras de Guilherme Tell" pela Orquestra Nacional do Porto dirigida por Christoph König. Será no Domingo às 12h
Em Lamego no Museu de Lamego teremos hoje (Sábado 24) às 20:30 um recital de Flauta e Harpa por Nuno Inácio e Stéphanie Manzo.
Finalmente nos Açores inserido na "Temporada MusicAtlântico 2009 - A Harmonia das Esferas" com a interpretação pela Orquestra Clássica Francisco de Lacerda e o Grupo Coral S. José da obra "A Criação" de Haydn. Este concerto terá lugar no dia 24 no Teatro Micaelense - Centro Cultural e de Congressos às 21:30 e no dia 25 na Igreja Nossa Senhora da Guia (Angra do Heroísmo). Serão solistas Sandra Medeiros (soprano) e José Corvelo (barítono).
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