No quarto post sobre os nocturnos de Chopin vamos hoje falar dos dois que compõem o Op. 32.
O Nocturno nº9 em Lá Maior (Andantino Sostenuto) é igualmente um dos mais conhecidos. A forma misteriosa como acaba (e polémica de certa forma) fez correr muita tinta. Oiçam aqui uma interpretação de um pianista que confesso não conheço. Chopin compôs esta obra que dedicou à Baronesa de Billing em 1836/37 tendo sido publicada em 1837.
Para o segundo nocturno deste Opus (Nocturno nº 10 em Lá Bemol Maior - Lento) infelizmente ainda não encontrei um post no You Tube. Vou ter de criar um. Lamento mas não será hoje ... Este Nocturno é também dedicado à Baronesa de Billing.
A única música que precisa de embalagem é a música de plástico.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
Nocturnos de Chopin - Terceira Parte
Hoje vamos falar e mostrar-vos os dois nocturnos que fazem parte do Op. 27.
O Nocturno nº 7 em Dó Sustenido Menor (Larghetto) começa com um tema de uma tristeza profunda foi composto em 1834/35 tendo sido dedicado à condessa d´Apponyi. A natureza sombria de grande tensão deste nocturno coloca-o na minha lista de favoritos. Reparem no curto momento de "alegria" (por volta do minuto 3.00)para depois se voltar a caír na melancolia sombria do inicio. Oiçam aqui o grande Rubistein numa interpretação fabulosa deste nocturno.
O Nocturno nº8 em Ré bemol Maior (Lento Sostenuto) foi composto na mesma altura e também dedicado à condessa d’Apponyi. composto também em 1834/35 e publicado em 1836. É também profundamente melancólico e nostálgico embora menos sombrio que o anterior. Oiçam aqui Lang Lang numa fantástica interpretação desta peça.
Uma nota adicional aos leitores. Há quem não goste muito do Lang Lang por considerar que há mais teatro do que música nas suas interpretações. Pessoalmente gosto da sua maneira de estar em palco e gosto da maneira como transmite as emoções, mas concordo que existe um perigo ao seguir nessa via. No entanto no período romântico claramente os músico em palco certamente não se comportariam como se estivessem a beber um copo de água transmitindo tudo apenas pela música.
Como em tudo há que encontrar o justo equilíbrio ... e cada instrumentista (ou vocalista - não sei se o termo será o melhor) terá o seu.
E por hoje quanto a posts terminamos por aqui que agora vou partir para outras músicas, verdes e brancas, com uma boa orquestração e um final feliz espero :-) :-)
O Nocturno nº 7 em Dó Sustenido Menor (Larghetto) começa com um tema de uma tristeza profunda foi composto em 1834/35 tendo sido dedicado à condessa d´Apponyi. A natureza sombria de grande tensão deste nocturno coloca-o na minha lista de favoritos. Reparem no curto momento de "alegria" (por volta do minuto 3.00)para depois se voltar a caír na melancolia sombria do inicio. Oiçam aqui o grande Rubistein numa interpretação fabulosa deste nocturno.
O Nocturno nº8 em Ré bemol Maior (Lento Sostenuto) foi composto na mesma altura e também dedicado à condessa d’Apponyi. composto também em 1834/35 e publicado em 1836. É também profundamente melancólico e nostálgico embora menos sombrio que o anterior. Oiçam aqui Lang Lang numa fantástica interpretação desta peça.
Uma nota adicional aos leitores. Há quem não goste muito do Lang Lang por considerar que há mais teatro do que música nas suas interpretações. Pessoalmente gosto da sua maneira de estar em palco e gosto da maneira como transmite as emoções, mas concordo que existe um perigo ao seguir nessa via. No entanto no período romântico claramente os músico em palco certamente não se comportariam como se estivessem a beber um copo de água transmitindo tudo apenas pela música.
Como em tudo há que encontrar o justo equilíbrio ... e cada instrumentista (ou vocalista - não sei se o termo será o melhor) terá o seu.
E por hoje quanto a posts terminamos por aqui que agora vou partir para outras músicas, verdes e brancas, com uma boa orquestração e um final feliz espero :-) :-)
Desafio Musical - Top Actualizado
Pois é meus amigos o Cisne de Saint-Saens continua a dificultar a vida dos nossos leitores. Até agora no top, aliás sejamos honestos na listagem completa de todas as participações registadas, temos informações de pessoas envergonhadas com a sua prestação que resolveram não a submeter à superior apreciação do juri :-), o ranking está assim estabelecido:
1º - Pianoman 4.136
2º - Tarzan 4.105
3º - PºG 3.839
4º - Raul Martins 3.750
5º - Eu (:-)) 3.508 (*) tentativa agora mesmo só para não ficar tão distante do penúltimo!
Então violinistas e violoncelistas da nossa praça, ireis deixar-vos bater por um Pianoman ?? :-)
Já sabem o teste está aqui e até ao dia 1º de Maio (inclusivé) aceito os vossos scores.
1º - Pianoman 4.136
2º - Tarzan 4.105
3º - PºG 3.839
4º - Raul Martins 3.750
5º - Eu (:-)) 3.508 (*) tentativa agora mesmo só para não ficar tão distante do penúltimo!
Então violinistas e violoncelistas da nossa praça, ireis deixar-vos bater por um Pianoman ?? :-)
Já sabem o teste está aqui e até ao dia 1º de Maio (inclusivé) aceito os vossos scores.
sábado, 26 de abril de 2008
Nocturnos de Chopin - Segunda Parte
No primeiro post que fizemos sobre os nocturnos de Chopin concentramos a nossa atenção sobre os três que compõem o Op. 9. Hoje vamos falar-vos dos três que compõem o Op. 15.
Deste conjunto o mais famoso é sem dúvida o ultimo mas vamos por partes. O Primeiro dos nocturnos do Opus 15 é em Fá maior (andante Cantabile). Este Nocturno começa com uma parte muito calma e serena para depois termos uma parte central tempestuosa que espalha uma série de dúvidas para depois a reexposição nos voltar a acalmar. esta peça foi dedicada a Ferdinand Hiller compositor alemão.
Oiçam aqui o pianista hungaro Sandor Falvay (nascido em 1949 em Ozd e aluno de Mihály Bächer na Academia Liszt em Budapeste 1967).
O segundo nocturno deste opus, o nocturno nº5 em Fá Sustenido Maior é também bastante popular. É um nocturno todo ele bastante doce sem grandes tempestades. Muito calmo. Este nocturno também foi dedicado a Ferdinand Hiller. Oiçam aqui o grande pianista Józef Hofmann numa interpretação notável.
O terceiro nocturno Op. 15 , o nocturno nº6 em Sol Menor (Lento) é provavelmente o mais conhecido. Trata-se de uma composição quase religiosa na sua concepção de uma pureza total. Infelizmente (ou felizmente) é uma peça utilizada no ensino pelo que me foi impossível encontrar um grande pianista a interpretar esta peça. Fiquem assim aqui com um aluno ... (bold devido a anterior erro em género :-))
Deste conjunto o mais famoso é sem dúvida o ultimo mas vamos por partes. O Primeiro dos nocturnos do Opus 15 é em Fá maior (andante Cantabile). Este Nocturno começa com uma parte muito calma e serena para depois termos uma parte central tempestuosa que espalha uma série de dúvidas para depois a reexposição nos voltar a acalmar. esta peça foi dedicada a Ferdinand Hiller compositor alemão.
Oiçam aqui o pianista hungaro Sandor Falvay (nascido em 1949 em Ozd e aluno de Mihály Bächer na Academia Liszt em Budapeste 1967).
O segundo nocturno deste opus, o nocturno nº5 em Fá Sustenido Maior é também bastante popular. É um nocturno todo ele bastante doce sem grandes tempestades. Muito calmo. Este nocturno também foi dedicado a Ferdinand Hiller. Oiçam aqui o grande pianista Józef Hofmann numa interpretação notável.
O terceiro nocturno Op. 15 , o nocturno nº6 em Sol Menor (Lento) é provavelmente o mais conhecido. Trata-se de uma composição quase religiosa na sua concepção de uma pureza total. Infelizmente (ou felizmente) é uma peça utilizada no ensino pelo que me foi impossível encontrar um grande pianista a interpretar esta peça. Fiquem assim aqui com um aluno ... (bold devido a anterior erro em género :-))
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