De regresso ainda que temporário - este blog retomará a sua normal programação a partir do dia 1 de Setembro - recomendo-vos este recital:
Dia 27 de Agosto, a partir das 16 horas, realizar-se-á um recital de violino e piano com o jovem músico Artur Mouradian (violino) e Marina Dellalyan (piano). O duo actua antes da final do Prémio Jovens Músicos 2011 na qual o violinista irá estar presente.
Eu estarei lá (Museu da Música) ... Para mais informações consultem a Página do Facebook ou o Site do Museu da Música. No que me diz respeito para além do prazer que é sempre ouvir o Artur estou com imensa curiosidade para assistir pela primeira vez ao vivo a uma interpretação do Concerto para violino de Luís de Freitas Branco, a primeira peça do programa.
O Museu da Música para quem não sabe (shame on you :-)) situa-se exactamente dentro da estação de Metro do Alto dos Moinhos - mesmo mesmo dentro ... entram como se fossem apanhar o Metro e depois em vez de picarem o bilhete viram para o lado contrário :-) ...
Para quem já tiver voltado a Lisboa ou para quem esteja de passagem não há desculpa mesmo! O Violinista e a obra a ser executada valem a pena !
A única música que precisa de embalagem é a música de plástico.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Gralhas Musicais de Duarte Pimentel
Como se lembram há uns dias falei-vos do livro que continua em destaque aqui à direita. Pois bem o meu exemplar chegou no dia a seguir à encomenda efectuada, excelente serviço portanto. O livro em si lê-se com facilidade nas suas cerca de 80 páginas inteiramente constituída por recortes de jornal. Lê-se na contracapa que estes recortes foram recolhidos por Duarte Pimentel (1930-1989) engenheiro electrotécnico melómano e também pianista.
Dos recortes provenientes de jornais ou de extractos de programas, mais dos primeiros que dos segundos já vos contei alguns mas no interior do livro encontrarão outras pérolas. Estes erros provêm de simples gralhas em alguns casos mas que resultam em frases deliciosas ou erros dramáticos motivados pela ignorância ou distracção de quem escrevia essas pérolas. Revi-me num deles já que a confusão entre área e ária foi erro que também por aqui grassou em tempos :-).
Recomenda-se também na contracapa que o livro seja lido na companhia de alguém que perceba música e é verdade que algumas das gralhas apesar da explicação na margem só ganham toda a sua dimensão quando explicadas por alguém que as descodifique completamente.
Só para vos dar mais uns cheirinhos do que podem encontrar no livro podemos aprender coisas interessantes como por exemplo um solista que interpreta um quarteto, quartetos que conseguem interpretar quintetos, podemos ainda saber que houve estreias fundamentais no nosso país como por exemplo a Transmissão de Nosso Senhor Jesus Cristo em Estreia Mundial claro está (um doce para quem adivinhar ao que isto diz na verdade respeito), podemos ficar a saber da existência de novos instrumentos como por exemplo instrumentos de teclas menores e também a Viola de Samba. Há também tonalidades desconhecidas do comum dos músicos mortais como por exemplo a agora revelada "som menor" ou ainda "Dó Menos" ambas obviamente de cariz profundamente misterioso como é bom de ver pela designação.
Para o resto terão de ler o livro que se recomenda. É de leitura muito fácil e quando acaba ao fim das suas 78 páginas temos pena que não existam mais ... A única critica que se pode fazer ao livro é que seria interessante que a data e fonte dos recortes estivesse presente em todos os casos já que tornaria a leitura mais interessante.
Dos recortes provenientes de jornais ou de extractos de programas, mais dos primeiros que dos segundos já vos contei alguns mas no interior do livro encontrarão outras pérolas. Estes erros provêm de simples gralhas em alguns casos mas que resultam em frases deliciosas ou erros dramáticos motivados pela ignorância ou distracção de quem escrevia essas pérolas. Revi-me num deles já que a confusão entre área e ária foi erro que também por aqui grassou em tempos :-).
Recomenda-se também na contracapa que o livro seja lido na companhia de alguém que perceba música e é verdade que algumas das gralhas apesar da explicação na margem só ganham toda a sua dimensão quando explicadas por alguém que as descodifique completamente.
Só para vos dar mais uns cheirinhos do que podem encontrar no livro podemos aprender coisas interessantes como por exemplo um solista que interpreta um quarteto, quartetos que conseguem interpretar quintetos, podemos ainda saber que houve estreias fundamentais no nosso país como por exemplo a Transmissão de Nosso Senhor Jesus Cristo em Estreia Mundial claro está (um doce para quem adivinhar ao que isto diz na verdade respeito), podemos ficar a saber da existência de novos instrumentos como por exemplo instrumentos de teclas menores e também a Viola de Samba. Há também tonalidades desconhecidas do comum dos músicos mortais como por exemplo a agora revelada "som menor" ou ainda "Dó Menos" ambas obviamente de cariz profundamente misterioso como é bom de ver pela designação.
Para o resto terão de ler o livro que se recomenda. É de leitura muito fácil e quando acaba ao fim das suas 78 páginas temos pena que não existam mais ... A única critica que se pode fazer ao livro é que seria interessante que a data e fonte dos recortes estivesse presente em todos os casos já que tornaria a leitura mais interessante.
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