Bom só funciona em inglês mas não resisti à tentação de partilhar convosco uma mensagem que encontrei na net. Muita criatividade e muito optimismo na esperança de uma descodificação célere ... E vós caros leitores já perceberam o significado ?
A única música que precisa de embalagem é a música de plástico.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Delibes - Lakmé
Lakmé é uma das várias óperas que Delibes escreveu e que permanece no reportório de ópera em grande parte por causa de duas árias famosas: O "sous le dôme épais" (dueto das flores) e o "L´air des clochettes". Sem prejuízo da popularidade dessas árias a verdade é que esta obra composta entre 1881 e 1882 merece estar nesta lista.
Uma obra profundamente marcada pelo "folclore" oriental que estava na moda e influenciava uma grande parte da produção artística francesa da época. Uma história de um amor impossível entre um oficial britânico e uma jovem Hindu que acaba de forma trágica. A obra foi estreada a 14 de Abril de 1883 com enorme sucesso.
Das duas árias de que falamos a primeira é a cena em que o jovem britânico conhece Lakmé o dueto sendo entre Lakmé e a sua aia que colhem flores. Fiquem com uma interpretação notável de Netbreko e Garanca não encenada.
A segunda ária (eventualmente até mais conhecida antes dos anúncios da British Airways e outros filmes que utilizaram este primeiro tema) acontece logo no segundo acto em que esta canção é utilizada para obrigar o jovem oficial britânico a revelar-se o que leva a ser apunhalado pela aia.
Uma obra profundamente marcada pelo "folclore" oriental que estava na moda e influenciava uma grande parte da produção artística francesa da época. Uma história de um amor impossível entre um oficial britânico e uma jovem Hindu que acaba de forma trágica. A obra foi estreada a 14 de Abril de 1883 com enorme sucesso.
Das duas árias de que falamos a primeira é a cena em que o jovem britânico conhece Lakmé o dueto sendo entre Lakmé e a sua aia que colhem flores. Fiquem com uma interpretação notável de Netbreko e Garanca não encenada.
A segunda ária (eventualmente até mais conhecida antes dos anúncios da British Airways e outros filmes que utilizaram este primeiro tema) acontece logo no segundo acto em que esta canção é utilizada para obrigar o jovem oficial britânico a revelar-se o que leva a ser apunhalado pela aia.
sábado, 14 de setembro de 2013
A música é celebração e partilha
Ontem fui ver o concerto de aniversário do St. Dominics Gospel Choir. Bom para dizer verdade fui ver apenas parte porque tinha uma cadela à minha espera para fazer ... (nada de marotices era um exemplar do tipo canino mesmo, aliás quem tinha mesmo de a ir passear era o meu sobrinho que estava comigo). Assim infelizmente tive de saír antes do fim.
Resolvi partilhar convosco porque praticamente no inicio do concerto, na segunda ou terceira música o regente (não sei sinceramente qual o titulo num coro - podemos utilizar maestro?) disse uma coisa que me ficou na memória. Disse que Gospel é louvor e celebração e que o coro não o podia fazer sem a audiência e que tinha de nos sentir com eles.
Isso fez-me pensar que na verdade toda a música deveria ser celebração, louvor e partilha. Talvez sem esses elementos não exista mesmo música e talvez seja por isso que ao vivo é mesmo outra coisa.
Quanto à música foi excelente (o som não estava perfeito mas o local não deve ser nada fácil em termos de acústica) e tive sinceramente pena da minha necessidade de saída prematura. Uma experiência que recomendo e a repetir. Ah e um ultimo conselho. Quem conseguir cantar, melhor que tudo é inscrever-se num coro ... Fiquem com um extracto de um outro concerto do mesmo grupo num outro aniversário (o nono em vez do décimo primeiro). Lamento mas ontem com a excepção do concerto foi um dia para esquecer. O meu telemóvel estava sem bateria e recusou-se a filmar.
Resolvi partilhar convosco porque praticamente no inicio do concerto, na segunda ou terceira música o regente (não sei sinceramente qual o titulo num coro - podemos utilizar maestro?) disse uma coisa que me ficou na memória. Disse que Gospel é louvor e celebração e que o coro não o podia fazer sem a audiência e que tinha de nos sentir com eles.
Isso fez-me pensar que na verdade toda a música deveria ser celebração, louvor e partilha. Talvez sem esses elementos não exista mesmo música e talvez seja por isso que ao vivo é mesmo outra coisa.
Quanto à música foi excelente (o som não estava perfeito mas o local não deve ser nada fácil em termos de acústica) e tive sinceramente pena da minha necessidade de saída prematura. Uma experiência que recomendo e a repetir. Ah e um ultimo conselho. Quem conseguir cantar, melhor que tudo é inscrever-se num coro ... Fiquem com um extracto de um outro concerto do mesmo grupo num outro aniversário (o nono em vez do décimo primeiro). Lamento mas ontem com a excepção do concerto foi um dia para esquecer. O meu telemóvel estava sem bateria e recusou-se a filmar.
domingo, 8 de setembro de 2013
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