Confesso que apesar de ser o meu livro preferido - está no meu perfil e logo há muito que alguns de vós sabem desta minha preferência e não vão por isso deixar de falar comigo :-) - fiquei tão contente por o Google se lembrar deste aniversário ... Nunca mais vou utilizar outro motor de pesquisa, prometo.
Faria hoje 110 anos Antoine de Saint-Exupery autor do Pequeno Principe, Terre des Hommes e Vol de Nuit entre outros. Aqui fica para memória futura a imagem:
A única música que precisa de embalagem é a música de plástico.
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
A música desopilante da semana (#25)
Bem esta semana vou propor-vos um andamento de um concerto que literalmente eleva a moral ao céu. O que tendo em conta os propósitos de Bach nem é de admirar.
Tínhamos falado do terceiro concerto de Brandenburgo com uma excelente interpretação da Orquestra Barroca de Freiburgo. Depois contrastem essa interpretação com esta outra bem mais lenta.
De qual gostam mais? Qual acham que melhor representa o espírito da composição e da intenção do compositor ? Haverá alguma que o faz melhor ou ambas o fazem de formas diferentes?
Tínhamos falado do terceiro concerto de Brandenburgo com uma excelente interpretação da Orquestra Barroca de Freiburgo. Depois contrastem essa interpretação com esta outra bem mais lenta.
De qual gostam mais? Qual acham que melhor representa o espírito da composição e da intenção do compositor ? Haverá alguma que o faz melhor ou ambas o fazem de formas diferentes?
sábado, 26 de junho de 2010
Brahms e Ravel na Vuvuzela
Do blog de Alex Ross - The Rest is Noise proponho este post que é de morrer a rir. Três membros da Filarmónica de Berlim dedicaram-se a tentar tocar Brahms (um extracto da primeira sinfonia) e Ravel (uma parte do Bolero) na Vuvuzela.
Eu já tinha aqui declarado que a vantagem da Vuvuzela era sobretudo para os Escoceses que assim se livravam da fama de terem o pior instrumento musical do mundo: A Gaita de Foles.
Pese o esforço glorioso e bem intencionado dos três músicos da Filarmónica de Berlim creio que não me convenceram. Ravel melhor que Brahms mas mesmo assim a Vuvuzela continua a ser sem margem para dúvidas o pior instrumento do mundo :-) ... A menos que 1) me provem o contrário com outras tentativas mais talentosas, 2) me sugiram outro instrumento AINDA pior ...
Eu já tinha aqui declarado que a vantagem da Vuvuzela era sobretudo para os Escoceses que assim se livravam da fama de terem o pior instrumento musical do mundo: A Gaita de Foles.
Pese o esforço glorioso e bem intencionado dos três músicos da Filarmónica de Berlim creio que não me convenceram. Ravel melhor que Brahms mas mesmo assim a Vuvuzela continua a ser sem margem para dúvidas o pior instrumento do mundo :-) ... A menos que 1) me provem o contrário com outras tentativas mais talentosas, 2) me sugiram outro instrumento AINDA pior ...
Barbeiro de Sevilha (Rossini) - Terceira Parte
Podem ler a primeira parte da história do Barbeiro de Sevilha aqui ou a segunda parte da história aqui.
O Conde consegue entrar em casa de Bartolo disfarçado de Soldado bêbado e entrega um bilhete a Rosina conseguindo dizer-lhe que é ele "Lindoro". No entanto Bartolo que continuava desconfiado vê a entrega e exige saber que papel é aquele.
Rosina consegue engana-lo entregando-lhe a lista da lavandaria mas não impede que o Conde e Bartolo comecem a discutir. O barulho acaba por atrair a policia que num primeiro momento pretende prender o conde. Porém basta este dizer o seu nome (em segredo) para que o policia o deixe e o trate respeitosamente para espanto de todos os presentes (entretanto Basilio, Figaro e Berta também aparecem atraídos pelo barulho).
E assim termina o primeiro acto, para ilustrar esta ultima parte oiçam aqui Maria Callas.
Rosina consegue engana-lo entregando-lhe a lista da lavandaria mas não impede que o Conde e Bartolo comecem a discutir. O barulho acaba por atrair a policia que num primeiro momento pretende prender o conde. Porém basta este dizer o seu nome (em segredo) para que o policia o deixe e o trate respeitosamente para espanto de todos os presentes (entretanto Basilio, Figaro e Berta também aparecem atraídos pelo barulho).
E assim termina o primeiro acto, para ilustrar esta ultima parte oiçam aqui Maria Callas.
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